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  Radioterapia
O que é Radioterapia?
Teleterapia
Cuidados que se deve ter durante o tratamento
Princípios da Proteção à radiação
 
  Braquiterapia
O que é Braquiterapia?
Formas de Braquiterapia
 
Cirurgia Oncológica
 
Tratamentos de Hormônios no combate ao câncer de mama
Hormonioterapia
Imunoterapia
 
  Quimioterapia
O que é quimioterapia?
Terapia Quimioterápica Exclusiva
Terapia Quimioterápica Adjuvante
Terapia Quimioterápica Regional
Poderei trabalhar durante o tratamento de quimioterapia?
Quimioterapia engorda?
 
O que é Braquiterapia?
Braquiterapia é uma forma de radioterapia em que materiais radioativos são implantados nas proximidades do tumor. A palavra braquiterapia origina-se do grego (brachys = junto, próximo) e define uma modalidade de tratamento em que doses de radiação são liberadas para atacar as células tumorais, sem que um grande número de células sadias seja afetado. Estes implantes podem ser temporários ou permanentes. Diferenças entre Braquiterapia e Radioterapia externaNa braquiterapia, a radiação tem origem nos materiais radioativos colocados no interior do corpo, perto do tumor. Essa proximidade permite que altas doses de radiação sejam liberadas para atacar o tumor. A radiação fica restrita à região, não afetando órgãos mais distantes.Na radioterapia externa, a fonte de radiação é geralmente um acelerador linear, que emite feixes de raios que alcançam o tumor após atravessar diferentes tecidos. Dessa forma, órgãos e tecidos sadios, situados no trajeto dos raios estão sujeitos aos efeitos da radiação.Comparada à radioterapia externa, a braquiterapia permite aplicar doses maiores, em intervalos de tempo menores e a volumes mais restritos.
 
Formas de Braquiterapia
A braquiterapia pode ser diferenciada pela taxa de dose de radiação e pelo local de aplicação.Taxa de dose de radiaçãoQuando às taxas de radiação, os procedimentos são classificados em braquiterapia com altas ou baixas taxas de dose.Na braquiterapia com altas taxas de dose, o material radioativo permanece por poucos minutos no interior do organismo, tempo suficiente para a liberação da dose ideal de radiação. Quando baixas taxas de dose são utilizadas, a fonte de radiação deve ser mantida no interior do corpo durante um período mais prolongado, geralmente por dias, ou implantada definitivamente. Locais de aplicação: A braquiterapia pode ser realizada por meio da colocação de material radioativo no interior do órgão.
Essa técnica, freqüentemente empregada no tratamento dos tumores ginecológicos, recebe o nome de intracavitária (dentro da cavidade).Uma outra forma de braquiterapia é a endoluminal (dentro da luz), na qual a fonte de radiação é posicionada no interior de um órgão tubular, como o brônquio pulmonar ou o esôfago, através de um cateter, para liberar altas doses de radiação, por um curto período.Na braquiterapia intersticial (em meio ao tecido) o material radioativo é introduzido na área comprometida pela doença, geralmente por meio de cirurgia.O material pode permanecer por um tempo limitado (implante temporário) ou ser mantido indefinidamente no local (implante permanente).O tratamento do câncer de próstata pela implantação de "sementes" é um exemplo de braquiterapia intersticial permanente. Na braquiterapia intersticial temporária, o material radioativo é retirado após alcançar-se a dose planejada.A aplicação de materiais radioativos sobre a superfície externa do órgão recebe o nome de braquiterapia por moldes de superfície, tradicionalmente utilizada no tratamento de lesões de superfície, como de pele ou de mucosa. Mais recentemente, passou a ser também empregada para tratamento de tumores no interior do globo ocular.
A aplicação de materiais com altas taxas de radiação pode ser feita por controle remoto, reduzindo a exposição dos profissionais envolvidos. Nestes casos, o paciente é mantido em salas especialmente projetadas para conter a radiação, sendo a aplicação monitorizada por um circuito interno de TV.
Em quanto tempo é feito o tratamentoO plano de tratamento é definido segundo o tipo de tumor, sua localização, as estruturas próximas e as condições clínicas do paciente.
A duração do tratamento é bastante variável. Na braquiterapia com baixas taxas de dose, a fonte radioativa é mantida no interior do organismo por alguns dias ou definitivamente.
Quando se trabalha com materiais com altas taxas de dose, a exposição é mais breve, durando cerca de alguns minutos.O que determina a toxidade do tratamento.
Existem tecidos do organismo que se reparam continuamente. Para que isto ocorra, apresentam uma pequena parcela de suas células em constante multiplicação - a mucosa, que reveste todo o tubo digestivo e a medula óssea, que produz as células do sangue são alguns exemplos.Quando a radiação é aplicada sobre estes tecidos, agride as células em divisão, ocasionando os efeitos colaterais.
Efeitos colaterais Os efeitos colaterais da radiação variam de pessoa para pessoa, dependendo, fundamentalmente, da área tratada e das doses empregadas.Antes de programar o tratamento, a equipe de radioterapia discute, com cada paciente, os riscos envolvidos e os benefícios esperados para os procedimentos propostos.
Nesse momento, os possíveis efeitos colaterais, bem como as chances de eles ocorrerem, são apresentados ao paciente.Os efeitos colaterais têm duração variável: na maioria das vezes desaparecem após algumas semanas, mas podem perdurar por alguns meses, nos implantes permanentes.Cuidados que devem ser tomados durante e após o tratamentoOs cuidados variam de acordo com a técnica de braquiterapia empregada.Em geral, nos casos em que são utilizados implantes com altas taxas de dose, a fonte é retirada imediatamente após a aplicação e o paciente recebe alta sem qualquer material radioativo no seu interior.Os implantes temporários com baixas taxas de dose são mantidos no organismo por alguns dias, período no qual o paciente permanece com material radioativo.Por isso, o tratamento é realizado com o paciente internado, mantido em quartos especiais,
longe de crianças e gestantes.

Nos casos em que são realizados implantes definitivos na região pélvica, alguns cuidados devem ser tomados durante os dois primeiros meses após a aplicação do implante:- crianças e gestantes não devem permanecer em contato com o paciente por períodos prolongados; - o uso de preservativos é obrigatório em toda relação sexual.fonte:Hospital Israelita Albert Einstein

 
Cirurgia Oncológica
A mais antiga das formas de tratamento do câncer ainda ocupa uma posição de destaque no controle desta doença.A era moderna das cirurgias para o tratamento de tumores teve início nos Estados Unidos, no início do Século XIX, com a retirada de volumosos tumores ovarianos, antes mesmo do desenvolvimento da anestesia (1846) e da implantação das medidas de assepsia na rotina cirúrgica (1867), conseqüência da descoberta das bactérias.Ao longo destes quase dois séculos, a cirurgia conseguiu aumentar ainda mais o seu prestígio como recurso terapêutico devido ao desenvolvimento de técnicas operatórias cada vez mais precisas e seguras e ao melhor entendimento do padrão de disseminação das doenças malignas.
Impondo-se já na fase de diagnósticos, com a coleta de amostras do tecido suspeito para análise laboratorial, é no controle local dos tumores que a cirurgia assume seu mais importante papel.Uma cirurgia oncológica definitiva visa a remoção mecânica de todas as células malignas presentes junto ao câncer primário. Para isso, é necessário que o cirurgião retire não apenas o tumor, mas também uma boa quantidade de tecido ao seu redor, que se convencionou chamar de "margem de segurança".Dada a capacidade invasora do câncer, a retirada de tecidos aparentemente saudáveis junto ao tumor diminui as chances de porções microscópicas do mesmo sejam deixadas para trás. Os gânglios linfáticos que recebem a drenagem da região onde se encontra o tumor devem também ser removidos, aumentando a eficácia desta "limpeza" ao mesmo tempo em que se complementa o diagnóstico sobre a extensão da doença.

Por exemplo, na cirurgia do câncer mamário, boa parte, ou mesmo toda a mama doente, deve ser retirada juntamente com os gânglios axilares do mesmo lado. Com esta abordagem agressiva torna-se possível eliminar por completo o tumor, aumentando as chances de cura do paciente.
É claro que abordagens tão agressivas podem não ser isentas de seqüelas. Muitas vezes, a perda parcial ou mesmo completa da função de um órgão é o preço a ser pago pelo sucesso de uma cirurgia.
Neste contexto, torna-se extremamente importante um bom conhecimento prévio sobre a extensão da doença no organismo, permitindo ao cirurgião definir e esclarecer ao paciente, antes do ato operatório, os objetivos do tratamento e os limites de sua atuação.
Retiradas apenas parciais de tumores estão indicadas em alguns casas, não só visando diagnóstico, mas também para tratar infecções, reduzir sintomas ou evitar possíveis complicações causadas pela presença do tumor.Em fases mais tardias do tratamento, a cirurgia assume um importante papel na reabilitação e na reconstrução do corpo do paciente.
Tratamentos ComplementaresObtido o controle local através da cirurgia, é momento de se considerar os possíveis benefícios de um tratamento complementar com radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia ou mesmo imunoterapia, ou uso de modificadores da resposta biológica.

 
Tratamentos de Hormônios no combate ao câncer de mama
Nas mulheres, o crescimento das mamas e o acúmulo de gordura nos quadris são determinados pela presença dos hormônios sexuais femininos. Já nos homens, a voz grossa e a maior massa corporal resultam dos masculinos.Na oncologia, esses hormônios são importantes porque, muitas vezes, as células que formam os tumores malignos de mama, útero e próstata os capturam. Essas células são estimuladas a rescer na presença de hormônios e, por isso, deve-se bloquear a ação deles.FechaduraImagine que o hormônio é uma chave que entra na fechadura (receptor hormonal) para ligar o motor de um carro. A forma de impedir isso é "sumir" com a chave ou "entupir" a fechadura. Há casos em que a célula "aprende" a fazer "ligação direta", ou seja, torna-se independente do receptor hormonal.
Aí, a eficácia do tratamento por hormonioterapia fica bastante reduzida.Para "sumir" com a chave, retira-se a gônada (ovário, no caso da mulher) que produz o hormônio. Ou bloqueia-se sua ação, interrompendo, por exemplo, a atividade da glândula hipófise, que fica situada no crânio, com substâncias semelhantes às do hormônio LH-RH.Só que nem todo hormônio é produzido pelos ovários.
Alguns originam-se da glândula supra renal, os androgênios, convertidos em estrógeno por uma enzima chamada aromatase, encontrada nos músculos, no fígado, no tecido gorduroso e na mama (e, é claro, no câncer de mama).Assim, uma vez que não haja mais produção de hormônio sexual pelo ovário (na menopausa natural ou induzida), o uso de substâncias que inibam a aromatase faz baixar, mais ainda, o nível de estrógeno circulante (desaparecendo com o "restinho" das chaves).
Estrógeno falso E para "entupir" a fechadura, usam-se chaves falsas para competir com a verdadeira. Ou seja, utilizam-se substâncias que se parecem com o hormônio natural. As chaves ligam-se ao receptor, mas não funcionam (entram na fechadura, mas não viram).
A medicação hormonal para o tratamento contra o câncer de mama mais conhecida e que contém essa substância, é o tamoxifeno, utilizado com sucesso há mais de 15 anos. No mesmo grupo, os mais atuais são o toremifeno, o raloxifeno e o droloxifeno.InibidoresInibir a aromatase, que converte os androgênios em estrógeno, o hormônio feminino que funciona como "alimento" das células tumorais, é hoje um dos recursos hormonais bastante eficazes. O primeiro inibidor da aromatase conhecido foi o aminoglutetimide, mas que inibia outras enzimas também, causando muita toxicidade. Compostos recentes são mais específicos (por isso, menos tóxicos) e mais potentes, podendo bloquear a aromatase de forma reversível ou não.Nesse grupo encontram-se diversos, como o anastrozol (Arimidex) da AstraZeneca, o letrosol (Femara) e o formestano (Lentaron), ambos da Novartis, o exemestano (Aromasin), da Pharmacia, entre outros ainda não comercializados.Essas substâncias vêm sendo utilizadas com sucesso como mais uma opção de tratamento no câncer de mama, quer após a falha do tamoxifeno, quer em substituição a ele, para mulheres depois da menopausa."Aumentar o tempo de estabilidade da doença parece ser uma das vantagens dos inibidores de aromatase, além de apresentar um grau de tolerância superior às hormonioterapias convencionais", informa, o doutor em mastologia, Silvio E. Bromberg, da clínica oncológica integrada do Hospital Israelita Albert Einstein.

Como primeiro tratamento em pacientes com câncer de mama avançado, os inibidores da aromatase mostraram menor freqüência de complicações, principalmente quanto à ocorrência de tromboses e de sangramentos vaginais atípicos."O tumor também fabrica aromatase, portanto ele é capaz de fazer sua própria 'comida'. Os inibidores de aromatase têm a vantagem de reduzir a produção de estrógeno intra e extra tumoral", afirma André Murad, professor adjunto da disciplina de oncologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Existem estudos visando substituir o tamoxifeno pelos inibidores de aromatase, também no tratamento complementar após a cirurgia, para pacientes que têm a doença restrita à mama.

 
Hormonioterapia
Hormônios são mensageiros químicos que circulam pelo sangue, coordenando uma série de ajustes internos do organismo.Uma grande diversidade de modificações no metabolismo pode ser creditada aos hormônios da tireóide, às glândulas supra-renais e do pâncreas. Algumas características das mulheres, como crescimento das mamas e acúmulo de gordura nos quadris, são determinadas pela presença dos hormônios sexuais femininos, enquanto, no homem, o crescimento dos pelos e a maior massa muscular são devidas aos hormônios masculinos.Os hormônios sexuais são de grande importância na Oncologia porque estão profundamente envolvidos no desenvolvimento de diversos tumores malignos: câncer de mama, útero, próstata etc. Pelo alto grau de dependência que estes tumores costumam manter em relação aos hormônios, o bloqueio à ação hormonal permite inibir seu crescimento. Podemos citar como exemplo o bloqueio hormonal após a retirada de um tumor de mama, já rotina na prática clínica.A hormonioterapia deve ser utilizada com critério porque, apesar de determinar poucos riscos ao paciente, pode resultar em sintomas de menopausa ou impotência.
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Imunoterapia
As décadas de 70 e 80 assistiram a um grande avanço no conhecimento médico sobre o Sistema Imunológico. Seus componentes, os "mensageiros" envolvidos e a forma de atuação de cada um deles puderam ser reconhecidos, permitindo uma clara visão do seu funcionamento.O câncer é um elemento estranho ao organismo sadio, até comparável a um parasita invasor.

Desta forma, não causa surpresas que o Sistema Imunológico possa reconhecê-lo e destruí-lo e que em condições de mau funcionamento das defesas do organismo, como na AIDS, as doenças malignas tornam-se freqüentes.Durante as últimas décadas, grandes investimentos em pesquisa foram feitos na tentativa de desenvolver ferramentas que permitissem interferir no funcionamento do sistema imunológico, com o objetivo de controlar o câncer. Neste processo, algumas drogas puderam ser criadas e vêm sendo utilizadas na prática clínica.Apesar de não terem conseguido satisfazer a enorme expectativa criada, Interferon, Interleucinas e Anticorpos Monoclonais são hoje parte integrante do arsenal terapêutico para o combate ao câncer, sendo utilizados dentro de diversos protocolos de tratamento
Imunoterapia
As décadas de 70 e 80 assistiram a um grande avanço no conhecimento médico sobre o Sistema Imunológico. Seus componentes, os "mensageiros" envolvidos e a forma de atuação de cada um deles puderam ser reconhecidos, permitindo uma clara visão do seu funcionamento.O câncer é um elemento estranho ao organismo sadio, até comparável a um parasita invasor. Desta forma, não causa surpresas que o Sistema Imunológico possa reconhecê-lo e destruí-lo e que em condições de mau funcionamento das defesas do organismo, como na AIDS, as doenças malignas tornam-se freqüentes.Durante as últimas décadas, grandes investimentos em pesquisa foram feitos na tentativa de desenvolver ferramentas que permitissem interferir no funcionamento do sistema imunológico, com o objetivo de controlar o câncer. Neste processo, algumas drogas puderam ser criadas e vêm sendo utilizadas na prática clínica.Apesar de não terem conseguido satisfazer a enorme expectativa criada, Interferon, Interleucinas e Anticorpos Monoclonais são hoje parte integrante do arsenal terapêutico para o combate ao câncer, sendo utilizados dentro de diversos protocolos de tratamento

 
O que é quimioterapia?
Quimioterapia é a utilização de medicamentos específicos para o tratamento de tumores, com o objetivo de destruir células cancerosas. Ingeridas ou injetadas na veia, músculo ou sob a pele, os quimioterápicos distribuem-se para todas as partes do corpo.Enquanto a cirurgia e a radioterapia limitam-se a eliminar as células malignas de uma área restrita, a quimioterapia tem a capacidade de alcançá-las onde quer que estejam, dentro do organismo. Os quimioterápicos podem atuar em diversas etapas do metabolismo celular.
Geralmente, interferem na síntese ou na transcrição do Ácido Desoxirribonucleico (DNA), ou diretamente na produção de proteínas, agredindo, principalmente, as células em divisão. Por estar constantemente se multiplicando, a célula maligna se torna um alvo fácil para estas drogas.Na maioria das vezes, os quimioterápicos são usados de forma combinada, o que aumenta a sua eficácia. A combinação das drogas, suas doses e todo esquema de administração chama-se protocolo.Geralmente, o responsável pelo tratamento quimioterápico é o médico oncologista clínico. É ele que, considerando diversos fatores, tais como sua idade, sexo, peso, condição atual de saúde, histórico médico etc., determinará o protocolo de tratamento indicado para o seu caso.Seu tratamento será programado de acordo com a sua doença e a resposta do seu organismo. Várias consultas médicas e exames (principalmente de sangue) serão programados para você ao longo de seu tratamento.Tipos de tratamentoA quimioterapia pode ser aplicada como tratamento exclusivo, como terapia adjuvante ou como neo-adjuvante.
 
Terapia Quimioterápica Exclusiva
É quando somente o tratamento sistêmico (quimioterápico) é empregado. O agente quimioterápico isolado ou em combinação de drogas é administrado por via oral ou parenteral, com intuito de tratar o organismo como um todo, objetivando a cura ou o controle parcial da doença.
 
Terapia Quimioterápica Adjuvante
A terapia adjuvante é um reforço ao tratamento primário. Consiste na aplicação de quimioterápicos após a remoção cirúrgica de um tumor. Costuma ser de grande eficácia no combate a células malignas que tenham, eventualmente, escapado à cirurgia. Como exemplo, podemos citar a quimioterapia ou hormonioterapia, utilizadas em câncer de mama já operado.

No tratamento adjuvante não há, necessariamente, sinais clínicos ou laboratoriais da doença. Uma boa parte dos pacientes que inicia a quimioterapia adjuvante já está livre da doença antes mesmo do seu início, não havendo, entretanto, meios para se afirmar a cura, com toda a segurança.Para cada caso, geralmente de acordo com as informações obtidas durante a cirurgia e após o estudo microscópico do material colhido, o oncologista avalia a necessidade de um tratamento complementar.Terapia Quimioterápica Neo-AdjuvanteO tratamento quimioterápico que precede a cirurgia é chamado de neo-adjuvante.

O objetivo deste tratamento é diminuir o tumor para permitir uma cirurgia com resultados melhores e menos agressivos. Ao mesmo tempo, pode-se avaliar a sensibilidade do tumor às drogas,
para os tratamentos pós-cirúrgicos.

 
Terapia Quimioterápica Regional
No tratamento quimioterápico regional, o objetivo é o controle local da doença. Injeção na artéria hepática para tratamento de tumores do fígado e aplicação de drogas dentro da bexiga, como complemento à retirada de um tumor neste órgão, são alguns exemplos desta modalidade de tratamento. Apesar de não poder contar com a atividade sistêmica do quimioterápico, o paciente se beneficia pela grande ação local e menor intensidade de efeitos colaterais.Como é aplicada a quimioterapiaA aplicação da quimioterapia pode ser feita durante uma internação, em ambulatório hospitalar, no consultório do médico ou em casa. A escolha caberá a seu médico, dependendo dos medicamentos a serem usados.Durante o tratamento, poderão ser necessárias algumas mudanças nas datas de aplicação, ou ajustes nas doses das medicações. Isso é comum e não deve ser motivo de preocupação.A administração dos quimioterápicos pode ser:- via oral, em forma de comprimidos ou cápsulas;- através de injeções no músculo, subcutâneas (sob a pele) ou intravenosas (na veia);- através de cateteres. Os quimioterápicos aplicados na veia são cuidadosamente administrados para que não haja dor. Pacientes que recebem quimioterápicos através de veias periféricas dos braços ou das mãos, devem tomar certos cuidados, como:- a qualquer sinal de dor ou queimação durante a aplicação, chame imediatamente um membro da equipe de enfermagem; - se notar alguma alteração na região puncionada, como vermelhidão, mostre ao médico ou a alguém da equipe de enfermagem; - procure não machucar mãos e braços; - caso suas mãos inchem, retire anéis ou aliança e não use pulseiras ou relógios apertados; - se notar algum inchaço de região periférica (mãos e pés), mantenha os pés elevados durante o tratamento no ambulatório e fora dele, sempre que possível; - se sua pele ressecar, use um hidratante indicado pelo médico ou pela equipe de enfermagem; - caso venha a sentir enjôos ou dor de cabeça forte durante ou depois da aplicação, avise o médico ou a enfermagem.

Efeitos colateraisOs agentes quimioterápicos bloqueiam alguns processos metabólicos comuns ao tumor e aos tecidos sadios. São os tecidos do corpo com maiores índices de renovação, como a medula óssea, couro cabeludo, pele e mucosas, que acabam sendo mais afetados, de forma indesejada, pela medicação.Por isso, durante este tipo de tratamento, efeitos colaterais podem ocorrer, variando em freqüência e intensidade; de pessoa para pessoa. Os mais comuns são: anemia, fadiga, suscetibilidade a infecções (leucopenia), lesões orais (mucosite), náuseas e vômitos, diarréia e alopecia (queda de cabelo).

Alguns desses efeitos são bastante transitórios, ocorrendo apenas por alguns dias após a aplicação do tratamento; outros podem durar um pouco mais ou, às vezes, durante todo o tratamento. Todos eles cessam após o término do tratamento.O médico e a equipe de enfermagem devem ser avisados, caso você venha a sentir um ou mais dos efeitos colaterais citados, ou qualquer outro que não tenha sido mencionado. Medicações sintomáticas, novos quimioterápicos, ajustes nas doses ou mesmo diferentes combinações destas drogas são alguns dos recursos de que o médico dispõe para atenuar ou até mesmo eliminar os desconfortos causados pelo tratamento. Existem medicamentos de grande eficácia contra náuseas e vômitos (anti-eméticos), contra a diarréia e, talvez, para quase todos os sintomas, exceto para a queda de cabelos.Muitas vezes, os sintomas que mais afetam o paciente (como a alopecia, por exemplo) não são os de maior gravidade (ex.: queda no número de glóbulos brancos no sangue). A "força" da quimioterapia não tem relação com a intensidade do desconforto. O mais adequado é pensar em quimioterapia mais ou menos eficiente e mais ou menos tóxica, sendo que uma quimioterapia mais eficiente não é, obrigatoriamente, mais tóxica, nem o oposto.

Pode acontecer de não haver sintomas colaterais, ou de eles serem mínimos. Isso não significa que sua quimioterapia não está fazendo efeito. Por isso, lembre-se: você não precisa passar mal. Discuta os sintomas com seu médico e ele poderá providenciar alívio para grande parte deles.Perguntas mais freqüentes:Posso tomar outros medicamentos durante o tratamento?Como alguns medicamentos podem interferir na ação dos quimioterápicos, você deve tomar apenas aqueles que forem indicados pelo seu médico e informá-lo se estiver tomando alguma outra medicação, mesmo que "natural" ou alternativa.
A frase popular de que o que é natural não faz mal é falsa. Cocaína é um produto natural e, no entanto, nem é preciso mencionar os efeitos maléficos que ela produz.

 
Poderei trabalhar durante o tratamento de quimioterapia?
Manter o mesmo ritmo de atividades durante o tratamento de quimioterapia depende de diversos fatores, como: sintomas da doença, protocolo de quimioterapia a que está sendo submetido, capacidade física, freqüência de exames, consultas e aplicações e, além disso, varia de pessoa para pessoa. Muitas continuam com suas atividades profissionais em ritmo normal. Outras, reduzem o horário de trabalho ou optam pelo afastamento temporário, até o término do tratamento. Não tenha receio de fazer perguntas, pois quanto mais bem informado você estiver, melhor lidará com o tratamento e com os efeitos colaterais que poderá vir a sentir.Questões emocionaisO câncer provoca diferentes reações emocionais nos pacientes e em seus familiares, que poderão sentir-se nervosos, inseguros, angustiados, com medo ou tristes. São reações comuns e até esperadas, que podem ser atenuadas por profissionais preparados para lidar com estas questões. Converse com o seu médico e ele lhe indicará uma entidade de suporte especializada.
 
Quimioterapia engorda?
Ao saber que fará quimioterapia, uma mulher pensa logo em perdas.Poucas sabem que possivelmente terão um ganho. De peso! "Engordar é comum entre pacientes em quimioterapia adjuvante de câncer primário de mama", afirma Artur Malziner, oncologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Considerando que são raríssimas as mulheres que não estão sempre querendo emagrecer, esta não é uma notícia agradável. Mas, sabendo de antemão, é possível prevenir o ganho de peso ou até reduzi-lo. Apontados pelas pacientes como culpados, os corticóides estão entre os hormônios que favorecem a formação de gordura. Acentuam a captação de triglicérides e diminuem a queima de gorduras. Também facilitam o acúmulo de sal e água, o que causa inchaço. "Corticóides fazem parte do tratamento quimioterápico para linfomas e leucemia.
Para outros tipos de câncer, como o de mama, não são componentes da químio em si, mas dos esquemas terapêuticos aplicados para atenuar náuseas e vômitos provocados pelo tratamento. Nesses casos, os corticóides podem ser responsabilizados pelo ganho de até 2 quilos, segundo pesquisas de Pamela Goodwin, da Universidade de Toronto", diz Malziner e comenta que, na opinião da pesquisadora, a paciente deveria ser previamente avisada que a sensação de bem-estar causada pelos corticóides pode aumentar o apetite e que engordar é um dos possíveis efeitos adversos do tratamento.Malziner acredita não ser impossível evitar o ganho de peso durante o tratamento, mas admite que não é fácil, pois este controle estaria inteiramente nas mãos da paciente, que já está passando por momentos difíceis, de adaptação às mudanças de sua imagem corporal.

"Além do aspecto emocional, que pode levar à ingestão excessiva de comida, a falta de estrógeno também opera mudanças na forma da mulher", comenta Malziner, lembrando que a hormonioterapia, para inibir a produção deste hormônio, quase sempre faz parte do tratamento para câncer de mama. "Antes de iniciar a quimioterapia, ensinamos o paciente a fazer sua higiene oral, a interpretar seus sintomas, saber quando chamar o médico, mas reconheço que acabamos negligenciando essa questão.

Seguimos protocolos rigidamente estabelecidos; estamos tão focados na eficiência do tratamento e na segurança do paciente que, algumas vezes, não damos a devida atenção à importância que o ganho de peso costuma ter para a mulher", admite Malziner, que recomenda exercícios leves e uma dieta pobre em gorduras e carboidratos para manter a forma. Remédios para emagrecer O endocrinologista e metabologista

Marcio Corrêa Mancini, membro do Grupo de Obesidade do Hospital das Clínicas - USP, não vê motivos para que o paciente oncológico não faça uma dieta alimentar, reduzindo a ingestão de gorduras, para prevenir o ganho de peso ou até mesmo reduzi-lo. "Nada muito rígido; perder de ½ até 1 quilo por semana seria o ideal." Entre as medicações que auxiliam na perda de peso, Mancini acredita que a sibutramina poderia ser indicada ao paciente em tratamento oncológico. Diferente dos derivados de anfetaminas, que diminuem o apetite, a sibutramina aumenta a saciedade, ou seja, o indivíduo sente-se satisfeito com porções menores de comida. "Há ainda o mazindol, um derivado de antidepressivos tricíclicos, que reduz a fome", diz Mancini, lembrando que a utilização de qualquer uma das drogas só deverá ser feita sob prescrição do oncologista, que estudará o caso em questão. Segundo Mancini, orlistat é outra substância utilizada para emagrecer; age somente no tubo gastrintestinal, inibindo a absorção de 1/3 da gordura ingerida, que é eliminada com as fezes. Este recurso também pode ser recomendado para determinados pacientes com câncer, desde que muito bem orientados, pois provoca diarréia quando usado erroneamente. Artur Malziner é contrário a qualquer tipo de interação medicamentosa para redução de peso durante os tratamentos.

O que é Radioterapia?

A Radioterapia é o tratamento pelas radiações ionizantes. Desde a descoberta dos raios X e da radioatividade natural no final do século passado e início deste século, o emprego das radiações na terapêutica sofreu profundas modificações.

O empirismo inicial deu lugar ao desenvolvimento de técnicas cada vez mais precisas de administração da dose, através de equipamentos emissores de radiação de maior energia, a obtenção de novos isótopos radioativos, a incorporação da informática e da robótica aos tratamentos evitando a exposição à radiação e os avanços no conhecimento radio-biológico.

Cerca de 2/3 dos pacientes com câncer farão radioterapia em alguma etapa evolutiva do tratamento multidisciplinar, demonstrando a sua importância na oncologia contemporânea.

 
Teleterapia.
A Teleterapia emprega uma fonte externa, colocada à distância do paciente, através de um aparelho emissor de radiação. Por esta razão, também é conhecida como radioterapia externa e representa a modalidade mais comum de tratamento radioterápico. Pode ser dividida em radioterapia superficial, semi-profunda e de megavoltagem, em função da energia da radiação emitida. A radioterapia externa de megavoltagem é a forma mais empregada de teleterapia, sendo realizada através das unidades de cobalto-60 e dos aceleradores lineares.
 
Cuidados que se deve ter durante o tratamento?
a. Elimine hábitos cigarros e bebidas.
  • Evite exposição ao sol na região tratada.
  • Não use colônias perfumes cremes na área de tratamento
  • Use roupas de algodão em contato com a pele irradiada.
  • Use roupas leves e folgadas.
  • Quando for fazer o tratamento use roupas confortáveis e fácies de tirar.
  • Cuidado ao se barbear ou se tiver que fazer depilação use aparelhos elétricos.
  • Não permita calor na área nem água quente use sempre água morna.


b. Elimine hábitos cigarros e bebidas.
c. Procure descansar o maior tempo possível.
d. Cuidado com as informações erradas, procure sempre um médico ou pessoas capacitadas para orientar-se, pacientes são parâmetro, cada um é cada um portanto, se um paciente teve dor não há possibilidades que você as tenha.
e. Cuide de seu fígado, ele normalmente é afetado com os remédios nesta fase.
f. Não tome nenhum remédio sem autorização de seu médico. Nem uma aspirina.
g. Caso você não entendeu alguma explicação não de acanhe pergunte.
h. Sem dúvida é importante a sua alimentação, ele tem que ser saudável e equilibrada durante o tratamento, o liquido é fundamental para sua hidratação.

Se lhe falta apetite como de hora em hora, se não dar para engolir liquidifique os alimentos, mas... não deixe de comer seu organismo requer alimentação saudável.

Evite comidas quentes, condimentadas ou geladas.

Cuidado com os dentes a higiene é primordial para a sua saúde.

Pode-se usar uma colher de bicarbonato em um litro de água para bochechos antes e depois das refeições caso tenha náuseas, diarréia ou qualquer mal estar, procure seu médico.

 
Princípios da proteção à Radiação?

Cuidados que devemos ter com pacientes com implantes radioativos poderão variar com fatores individuais como isótopo, a intensidade da fonte, a técnica de colocação do implante e a proteção conferida pelo próprio corpo do paciente.

TEMPO
O tempo e a exposição à radiação são diretamente proporcionais: quanto tempo mais dura a exposição a uma fonte de radiação, maior será a dose absorvida. Assim , a utilização eficiente do tempo é a melhor maneira de reduzir a exposição. Os pacientes devem ser informados sobre o auto cuidado e estímulos nesta prática sempre que possível. Em geral cada enfermeira deve ficar de 1h30 por turno em contato direto com o paciente, não r3ecomendamos voluntários neste contato.

A maioria dos hospitais reduz o tempo de exposição pelo uso da técnica conhecida como pós carga, prepara-se o paciente com a orientação de um radiologista e a fonte radioativa só é introduzida quando o paciente estiver no seu quarto. Com isso reduz a exposição dos profissionais de várias áreas e também dos visitantes.

DISTÂNCIA
Há uma relação inversa entre exposição à radiação e distância. Com o aumento da distância da fonte de radiação, ocorre uma diminuição na intensidade de radiação da ordem da potência. Dobrando, portanto a sua distância da fonte, assim reduz a exposição dos profissionais em 4 vezes.
A distância é máxima quando os profissionais ficam nos pés ou na cabeceira e a cama do paciente com implantes ginecológicos, ou então ao lado oposto da cama dos pacientes com implantes na cabeça e pescoço.

PROTETORES
A escolha do protetor varia conforme o tipo de radiação emitida pelo isótopo e sua capacidade de penetração.

Alguns hospitais tem quartos especiais com revestimento de chumbo. O ideal é colocar os pacientes com implantes radiotivos em quartos localizados ao final dos corredores, para diminuir a exposição de outros pacientes. Aparelhos especiais, comandados por controle remoto, já permitem a retirada das fontes radioativas dos pacientes à distância, o que facilita o cuidados dos profissionais. Depois , as fontes são retiradas dos recipientes de chumbo e reintroduzidas no paciente, também à distância. Um sistema de dosagem calcula, então, a quantidade de radiação perdida e indica o tempo necessário para compensar esta perda. Existem também biombos móveis e aventais de chumbo que podem servir como proteção adicional.

MONITORIZAÇÂO DA EXPOSIÇÂO
As pessoas que trabalham com pacientes portadores de implantes radioativos devem aplicas os princípios de tempo, distância e proteção descritos e também usar aparelho de monitorização de radiação. Os docímetros de bolso devem ser sempre usados e nunca emprestados aos colegas. Cada profissional deve ter o seu para acompanhamento técnico.
Os pacientes devem ter quartos e banheiros exclusivos.Coloque na porta do quarto aviso de "Cuidado Material Radioativo".

Encoraje o paciente a desenvolver o auto-cuidado, Os profissionais devem fazer revezamento. Não permita visitas de menores de 16 anos ou gestantes. Limite as visitas a 1h30 por dia e com distância mínima de 3 metros da fonte radiotiva. Nunca toque na fonte; tenha sempre à mão pinças de serviço e recipientes de chumbo. Não jogue curativos, roupas ou lixo do paciente antes de verificar sua radioatividade. Cuidado com a excreção a radioatividade está presente.

As visitas devem ser orientadas, usando luvas e propés descartáveis, o chão do banheiro deve ser recoberto com material descartável como o material que é servido a refeição, sendo tudo descartável a irradiação estará controlada.

Isótopos também são usados no mapeamento ósseo e hepático mas como tem uma vida curta são logo eliminados do corpo, mas deve-se evitar colher sangue nestes pacientes por 24 horas pois a radioatividade está circulante em seu organismo. Vejam a importância dos conhecimentos e da alternância dos profissionais que trabalham. Os pacientes ficam longe de seus familiares e amigos que sem ter conhecimento do assunto sentem-se abandonados e vem o medo da dor e da mutilação se associa a sensação de desânimo.Os pacientes conhecendo e compreendendo os princípios da irradiação sentem-se confortados e os profissionais poderão ajudar melhor oferecendo apoio emocional e segurança aos pacientes neste período.

A equipe multiprofissional que envolve a radioterapia é muito grande veja:
-Médico Radioterapeuta
-Enfermeiro
-Físico de Radioterapia
-Engenheiro
-Dosimetrista
-Psicólogo
-Assistente Social
-Nutricionista
-Auxiliar de Enfermagem
-Técnico em Radioterapia
-Auxiliar de Radiologia
-Técnico de Moldagem
-Recepcionista
-Escrituraria
-Auxiliar de Remoção ou Agente de Transporte
-Agente de Limpeza

Realmente nesta equipe pouco o voluntário tem a fazer. O voluntário pode atuar junto aos familiares orientando-os, sempre com a orientação da equipe médica. Desde os problemas que virão até com o comportamento diante do paciente. O CUIDADOR precisa de cuidados, muitas vezes esquecemos que atrás de um paciente tem uma família. O voluntário pode e deve atuar neste momento, mas sempre estar em contato semanal com a equipe médica para não errar.

Não se aceita erros de voluntários, portanto o VOLUNTÁRIO CAPACITADO ajuda e colabora na saúde dos pacientes.

 
 
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Boa Tarde! Domingo, 5 de Setembro de 2010